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“Eu precisava cuidar das dores e da depressão, mas não podia prejudicar meus rins”

Cannabis & Saúde 26/02/2026 20:37

Aos 77 anos, M. A. B. carrega a serenidade de quem viveu muito — mas também os desafios que o tempo impõe. Entre eles, a depressão e as dores persistentes provocadas pela osteoartrite (artrose), condições que afetavam não apenas seu corpo, mas também seu ânimo e sua qualidade de vida.As dores articulares limitavam sua rotina. A depressão tornava os dias mais silenciosos e pesados.

Como é comum nesses casos, o caminho inicial foi o tratamento convencional com medicamentos alopáticos. No entanto, o que parecia solução trouxe um novo problema.Quando o tratamento vira preocupaçãoO uso contínuo de medicamentos industrializados começou a comprometer sua saúde renal. M. A. B.

passou a apresentar problemas nos rins, uma situação delicada, especialmente na terceira idade.“Eu precisava cuidar das dores e da depressão, mas não podia prejudicar meus rins”, resume.Foi nesse momento que surgiu a necessidade de buscar uma alternativa que oferecesse benefícios sem contraindicações que agravassem seu quadro clínico.

A preservação da função renal se tornou prioridade absoluta — e foi o ponto de virada em sua trajetória terapêutica.A decisão pela Cannabis medicinalDeterminada a encontrar uma solução mais segura, M. A. B. passou a considerar a Cannabis medicinal.

A escolha não foi impulsiva, mas baseada na busca por um tratamento que equilibrasse eficácia e segurança.Após iniciar o uso do CBD, os primeiros resultados foram descritos por ela como “ótimos”. A melhora nas dores da artrose foi perceptível, trazendo mais conforto para atividades simples do dia a dia.

Além disso, houve uma redução importante na ansiedade — um dos fatores que mais impactavam sua saúde emocional.Rotina atual e acompanhamentoHoje, M. A. B. mantém acompanhamento médico regular a cada quatro meses.

Sua rotina inclui o uso de CBD pela manhã e antes de dormir, estratégia que contribui tanto para o controle das dores ao longo do dia quanto para noites mais tranquilas.Um dos pontos que mais a tranquiliza é não ter apresentado efeitos colaterais com o tratamento.

Depois da experiência anterior com complicações renais, encontrar uma alternativa bem tolerada trouxe confiança e segurança.Qualidade de vida restauradaAo comparar sua vida antes e depois da Cannabis medicinal, ela é direta: sua qualidade de vida hoje é “ótima”.A diminuição da ansiedade proporcionou mais serenidade. O controle das dores permitiu mais autonomia.

Pequenos gestos cotidianos deixaram de ser um desafio constante e passaram a fazer parte de uma rotina mais leve.Embora não destaque um episódio específico marcante, a constância da melhora se tornou, para ela, o maior símbolo de transformação.Importante! No caso da entrevistada, o uso da Cannabis medicinal faz parte de um protocolo terapêutico individualizado, sempre com acompanhamento médico e avaliações periódicas.

O tratamento inclui monitoramento contínuo, com retornos a cada quatro meses e ajustes graduais conforme a necessidade clínica, priorizando segurança — especialmente diante do histórico de comprometimento renal associado ao uso anterior de medicamentos alopáticos.Em quadros de depressão e dores relacionadas à osteoartrite, a Cannabis medicinal não deve ser encarada como substituição automática de tratamentos convencionais, mas como uma alternativa terapêutica que pode atuar de forma complementar, dependendo da avaliação médica individualizada.Na plataforma do Cannabis & Saúde, é possível agendar consultas com médicos habilitados para avaliação e prescrição de canabinoides.

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Créditos: Cannabis & Saúde.